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O fim do mundo, eu já disse, é aqui. Vejam os links

Eu sempre confio nas pessoas. No pior delas. No horrível. Eu sempre confio no terrível das pessoas. Você sempre pode contar com o mais absurdo e degradante. Sendo um estudante de gente, posso imaginar um milhão de soluções que não seriam aceitas por necessitarem tirar alguns doces das crianças imbecis que fazem as regras. Quando todo mundo parece insano, é porque algo está insano no modo de vida. Alguém duvida disso? Eu já havia colocado neste blog o link para o artigo do Skinner, O que há de errado com o mundo ocidental, em que ele fala um pouco sobre isso. Ali está o artigo de novo, sempre na esperança…

Vamos ver o que as pessoas têm feito…

Os convervadores americanos continuam em sua hipocrisia deslavada. Olhem o que ocorre no Congresso americano.

Uma brasileira cuidando de uma criança com necessidades especiais. Vejam que absurdo.

Na Espanha, os grandes católicos mais uma vez mostram seu amor ao sexo.

Escolas americanas armadas e violentadas. A velha e tosca idéia de aumentar a violência para diminuir a violência.

Imaginem se essa estoura… Não quero nem pensar nisso.

Não podemos esquecer do infeliz assunto da vez. Será mesmo que 154 pessoas morreram por causa de um teste de performance?

Todas essas notícias têm algo em comum: são produtos do nosso tempo. Sempre me pergunto se nos tempos de hoje há mais violência do que havia no passado. Tendo a responder que não, porque a multiplicidade de meios de comunicação coloca mais absurdos às claras. Mais tenebrosidades ou não, é tudo muito triste…

Categories: Coisologia
  1. October 8, 2006 at 3:42 pm

    Olá Robson, como você está?

    Varios comentários… poderia copiar o post com o nome “Geraldo?” e publicar… fiz e farei o mesmo…

    A questão do DSMIV é complicadissima. Eu gosto muito de um texto que a professora Maura Gongora publicou no livro “Primeiros passos em Análise do Comportamento e Cognição 1” em que ela fala sobre o normal e o patologico… talvez vc conheça, mas fica ai a dica…

    Sim… realidade fantastica é pouco quando olhamos para o nosso mundo!

    Sobre o comecinho quando vc falou acreditar no humano lembrei-me de uma frase do Paulo Mendes Campos, deixo ela por aqui:

    “Não é preciso qualquer eloqüência para persuadirm-me. Nasci convencido. Amarro minhas mãos para não bater palmas aos discursos idiotas. Prendo meus tornozelos e pesadas grilhetas para não freqüêntarntar locais absolutamente intoleráveis.
    Fecho os olhos para não sorrir a quem não vai comigo ou me detesta; mas as vezes já é tarde.(…)
    Vou e venho – é um direito, é uma obrigação que me impele, que me abusa, que perturba. Amo e desamo. Faço e desfaço.
    O mau e o ruim frequentemente ganham de mim. Chego a morrer com simpatia.
    No fim resta o silêncio, que é a minha liberdade. O meu vazio.
    Serei o bobo do universo?
    Nem isso: só mais um bobo. Mas gosto de ser bobo.”

    Paulo Mendes Campos, crônica Perfil a Lapis, do livro O Amor Acaba – Crônicas Liricas Existencialistas (vale a pena ler o livro… lindo…)

    um abraço

  2. October 8, 2006 at 3:42 pm

    Olá Robson, como você está?

    Varios comentários… poderia copiar o post com o nome “Geraldo?” e publicar… fiz e farei o mesmo…

    A questão do DSMIV é complicadissima. Eu gosto muito de um texto que a professora Maura Gongora publicou no livro “Primeiros passos em Análise do Comportamento e Cognição 1” em que ela fala sobre o normal e o patologico… talvez vc conheça, mas fica ai a dica…

    Sim… realidade fantastica é pouco quando olhamos para o nosso mundo!

    Sobre o comecinho quando vc falou acreditar no humano lembrei-me de uma frase do Paulo Mendes Campos, deixo ela por aqui:

    “Não é preciso qualquer eloqüência para persuadirm-me. Nasci convencido. Amarro minhas mãos para não bater palmas aos discursos idiotas. Prendo meus tornozelos e pesadas grilhetas para não freqüêntarntar locais absolutamente intoleráveis.
    Fecho os olhos para não sorrir a quem não vai comigo ou me detesta; mas as vezes já é tarde.(…)
    Vou e venho – é um direito, é uma obrigação que me impele, que me abusa, que perturba. Amo e desamo. Faço e desfaço.
    O mau e o ruim frequentemente ganham de mim. Chego a morrer com simpatia.
    No fim resta o silêncio, que é a minha liberdade. O meu vazio.
    Serei o bobo do universo?
    Nem isso: só mais um bobo. Mas gosto de ser bobo.”

    Paulo Mendes Campos, crônica Perfil a Lapis, do livro O Amor Acaba – Crônicas Liricas Existencialistas (vale a pena ler o livro… lindo…)

    um abraço

  3. October 9, 2006 at 8:27 pm

    Brero, tudo isso acabará com a minha gestão. De qualquer forma, eu faço uma sugestão: na próxima vez, coloque os links para o clicRBS e me ajude a ganhar mais no mês de fevereiro, qdo distribuem o PPR… hehehehe
    beijão.

  4. October 11, 2006 at 10:05 am

    E eu, embora também seja estudante de pessoas, ainda me choco com tudo isso. Com tudo mesmo. Fico preocupada com a possibilidade de eu não me chocar mais. Aí sim, as coisas estarão perdidas.

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