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Na noite gelada

Nas noite geladas, eu normalmente aprecio com mais volúpia uma garrafa de vinho seguida de uma madrugada de sexo. A cerveja e o sexo suado do calor não se comparam à maravilha de saber que nas noites geladas todos os átomos estão mais lentos apenas para que você saiba a delícia de estar naquele corpo com aquela mente liberta.

As noites geladas são também o momento para pensar… É gostoso, às vezes, abrir a janela e ser surpreendido pela rajada fria do mundo, e saber que a distância para o calor de si mesmo está tão próximo quanto fechar novamente a janela. Pois você é sua casa e quem estiver com você em sua casa é também parte de você.

Nas noites geladas o banho quente, o café quente, a sopa quente, um quarto quente e amor…

Categories: Crônica, Diarices, Prosa
  1. April 20, 2006 at 12:11 pm

    SExo com o mínimo de suor é tudo de bom, hahahaha.
    Aqui já tá bem friozinho, paulistano… Só para dar água na boca!😉

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