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Jaz, a ansiedade

Eu tinha uma ansiedade. Daquelas que começam roucas e pequenas e vão crescendo e gritando conforme aumenta a aproximação do acontecimento que não se sabe. Minha ansiedadezinha estava se transformando em um monstro, engolindo meus pensamentos em mordidas cada vez mais fundas.

Considerei-me perdido, vencido. Ontem, porém, um telefonema do além deu um golpe certeiro no coração da ansiedade. Agora, morta, não me preocupa mais.

Há duas maneiras de se acabar com um monstro ansiedade. A primeira delas é a maravilha de tudo sair como se espera. A outra é mostrando que nada do que se espera vai de fato acontecer. Segue-se felicidade da primeira; à segunda segue-se tristeza.

Mas…
A ansiedade é enorme perto dela, muito mais assustadora. A tristeza passa rápido. O tempo, meus amigos, realmente cura.

Categories: Diarices
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