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Vida e Obra Decadente da Vida Agora

Veículos de comunicação de massa espalham rápido.
Como seria viver há vinte e sete séculos atrás? Teriam essas pessoas uma percepção de caos como a que tenho hoje?

Está tudo ao alcance dos olhos e dos cliques:
Pessoas assassinam filhos e pais e mães e irmãos. Rouba-se aqui e ali e lá e acolá. As estradas quebram, os motoristas bêbados. Adolescentes espancam. O sexo deixou de ser livre e se tornou obrigatório. Todos os sistemas estão em pane; perigo, perigo. Nada é feito como antes? Subverte-se o tempo todo, porque subverter… é… porque… ãnh. “É a pior fase que ‘a profissão, o local, a família, a escola, a empresa, o estado, o país, a alma, etc, tudo’ está vivendo”. Esta última é a frase mais falada e ouvida destes tempos.

Confrontando o eu com o outro é fácil entender. Pensa-se no eu, esquece-se do outro. É mais do que falta de base moral, é percepção real. Não se sente pelo outro, não se vê o outro. Roubar fica fácil. Desviar milhões dos cofres públicos não gera culpa. Enfiar a arma na cara de um menino e apertar o gatilho é banal como sentar à TV. A voz do outro é apenas um barulho. É preciso eu vencer, eu divertir, eu subir, eu conquistar, eu provar.

Nasce nasce nasce gente. Não pára, não pára, não pára, não, até o chão. Quanto mais gente mais desemprego, mais miséria e competição. Sejamos livres para nos reproduzirmos até o fim do oxigênio!

Está mais fácil controlar. Está simples se apegar.

Caiu.

Categories: Filosofia
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