sou fã – parte ii: música

Não há dia melhor para falar de música do que este. Nesta sexta-feira 13 comemora-se o Dia Mundial do Rock. No ano passado escrevi um texto falando do Led Zeppelin, e foi a inauguração do uso de imagens neste espaço. Os artistas dos quais vou falar hoje não são apenas do Rock, mas, fuck man, o importante é lembrar e amar o estilo musical mais poderoso do planeta.

Eis os músicos dos quais sou fã.

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Raul Seixas

raul.jpg Impossível começar uma lista sobre os meus músicos favoritos, no dia mundial do rock, e não falar primeiro do Raul. Eu digo que o cara foi o protótipo do Rock no Brasil. Ele tinha todo o necessário: a voz rouca, a loucura, a postura, as idéias. E ainda assim ele foi capaz de fazer uma mistura legal com ritmos brasileiros.

O ponto forte das músicas são as letras. A grande maioria delas é genial, com sacadas espetaculares. “A formiga só trabalha porque não sabe cantar”. “O meu egoísmo é tão egoísta que o auge do meu egoísmo é querer ajudar”. “Enquanto vocês me criticam, eu tô no meu caminho”. “Quem dera eu fosse burro, assim não sofria tanto”. “Já fui católico, budista, protestante, tenho os livros na estante, todos têm a explicação”. Só para citar algumas.

raulseixas.jpg Eu e uns amigos meus costumávamos dizer que se algum ser humano chegou perto da verdade, foi Raul. Hoje penso diferente: ninguém chegou nem perto da verdade, mas tiveram sacadas fodas o suficiente para mudar muitos pensamentos. Todos que escutaram Raul dos Santos Seixas foram mudados, com certeza.

Dentre as músicas, vou citar algumas das minha preferidas: “S.O.S.”, “Fim de Mês”, “A Maçã”, “Gita”, “Canto para a minha Morte”, “Meu Amigo Pedro”, “O Dia em que a Terra Parou”, “Ouro de Tolo”, “As Profecias” e “Loteria da Babilônia”.

É uma pena que essa constelação caiu por causa do álcool. Todos caem cedo ou tarde, mesmo os que dizem que seu nome é a mistura do rugido de um leão com o uivo de um lobo. Valeu, RRRAAAAAAAAA UUUUULLLLLLL.

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Led Zeppelin

led.jpg O Led Zeppelin recebeu esse nome porque alguém disse deles: “Vão afundar como um zeppelin de chumbo”. Está aí o tempo mostrando que Jimmy Page (guitarra), Robert Plant (vocal), John Paul Jones (baixo) e o louco do John Bonham (bateria) tornaram-se ícones do Rock. Eu amo a música desses caras. Toda vez que ouço o som deles eu entre em transe automaticamente, e fico desejando alguém para partilhar o momento comigo.

O Led Zeppelin acabou quando o baterista doidão morreu afogado no próprio vômito. Os outros três ainda estão soltos por aí. De quando em quando o Page e o Plant se reúnem para fazer um som. Vê-los tocar é fenomenal. É o Rock!

A banda possui o maior hino de todos os tempos: “Stairway to Heaven”. Outras músicas memoráveis são “The Rain Song”, “The Song Remains the Same”, “Dazed and Confused”, “Dancing Days”, “Kashmir”, “Whole Lotta Love”, “Moby Dick” e “D’yer Mak’er”.

O melhor conselho que posso dar a vocês é escutar essas músicas a meia-luz, com um copo da sua bebida favorita em uma das mãos, e outros tantos copos pairando dentro do seu corpo. Vocês serão eternamente gratos ao Led. Que os deuses do Rock os protejam!

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The Doors

doors.jpg Caras, não houve louco mais doido do que o vocalista do The Doors, Jim Morrison. Reza a lenda que Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria) por vezes ficavam apavorados com a instabilidade e espontaneidade do doido-mor Jim.

Parte da responsabilidade pelo sucesso do The Doors se deve aos três instrumentistas, todos eles excepcionalmente fodões. A outra parte fica com a piração de Morrison, que chamava muita, muita atenção.

Os Doors podem ser vistos em um filme do Oliver Stone, com um excelente Val Kilmer interpretando Jim. Certamente o filme exagera, mas deixa mostrar como era a vida naqueles tempos em que tantos rockeiros radicais apareceram querendo gritar o quanto o mundo estava errado.doors_01.jpg

Quando eu for para Paris, podem ter certeza de que visitarei o túmulo do louco mais doido do rock. O nome da banda vem dos versos de um poeta, William Blake: “quando as portas da percepção se abrirem, as pessoas verão as coisas como elas realmente são: infinitas”.

Algumas pérolas inesquecíveis são: “Break on Through”, “L.A. Woman”, “Universal Mind”, “The End”, “When the Music is Over”, “Riders on the Storm”, “Alabama Song”, “People are Strange” e “Roadhouse Blues”. Essa última marcou muitas viagens da minha turma de amigos. Era ouvida como um ritual na estrada. Nosso hino. Salve The Doors.

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Chico Buarque

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Não é por que é dia mundial do rock que não vou manifestar minha admiração por não-roqueiros. Chico Buarque é, na minha opinião, o melhor compositor do Brasil. Tem um trabalho extenso, que avança para a literatura, para o teatro e para o cinema. Chico é foda.

De todos dessa lista, o único show de quem pude ir foi o do Chico Buarque. Um dos dias mais emocionantes da minha vida. Não só pelo show, mas também por estar com uma pessoa especial. Foi sensacional.

Chico fez sucesso com o pessoal da Bossa Nova e também do Samba, tendo sido homenageado pela Mangueira como tema do seu enredo em 1998. É um artista completo. Várias das suas músicas utilizam o eu lírico feminino, o que chama a atenção da mulherada por este fato e pela melodia fantástica.

Das músicas, vale a pena destacar “Construção”, “Eu te Amo”, “João e Maria”, “Futuros Amantes”, “A Banda”, “Geni e o Zeppelin”, “Roda Viva”, “Meu Caro Amigo”, “Apesar de Você”, “Paratodos” e “Valsinha”. Isso é pouco. A obra é gigante e linda. Ouçam os sambas com os amigos em bares e as românticas, bom, vocês sabem.

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The Beatles

beatles.jpg No mundo da música, tudo acaba em Beatles. Esse quarteto inglês merece todas as louvações, todas as lágrimas, todos os fãs, tudo! Eles são, sem brincadeira, mais conhecidos do que Jesus.

Os Beatles estiveram a frente de várias ondas rock. Dizem que “Helter Skelter”, por exemplo, influenciou o movimento punk. Eles estavam no mesmo estúdio em que estava a banda Pink Floyd quando o rock progressivo foi iniciado. Os dois primeiros álbuns desse estilo foram “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles, e “Piper at Gates of Dawn” do Pink Floyd (outra banda que merecia estar aqui).

A banda era formada por John, Paul, Ringo e George. Quatro carinhas que se tornaram a banda mais venerada de todos os tempos. Chega a ser uma afronta contra a cultura ocidental não conhecer The Beatles. Eles estão em tudo que vocês ouvem, influenciando de uma forma ou de outra.
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Não é possível falar novas coisas interessantes sobre eles. Todo mundo sabe que eles vieram de Liverpool, começaram com músicas melosas e passearam por ritmos chegando ao progressivo. Tiveram momentos geniais, como o show no telhado. E se separaram, dizem, por causa de uma mulher. Dos seus dois astros maiores, um deles ainda está vivo. Outro morreu nas mãos de um fã imbecil que queria ficar famoso.

Eu queria ver um show deles… E escutar essas músicas: “Helter Skelter”, “Come Together”, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, “A Hard Day’s Night”, “Get Back”, “Help!”, “I’m the Walrus”, “Love me do”, “Revolution”, “Something”, “I Want to Hold your Hand” e “Yesterday”, e outras, muitas outras.

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Obviamente, muitos artistas ficaram de fora. Tanto da MPB quanto do Rock. Não é que eu não goste de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elis Regina, Vinícius de Morae, Tom Jobim, Toquinho, João Gilberto, Pink Floyd, Deep Purple, Rolling Stones, Queen, Jimi Hendrix, Janis Joplin, e mais. É só por conta de que os de cima eu gosto ainda mais!

Curtam muito rock hoje, seus loucos.

As profecias

“Tem dias que a gente se sente,
Um pouco, talvez menos gente.
Um dias daqueles sem graça,
De chuva cair na vidraça.
Um dia qualquer, sem pensar,
Sentindo o futuro no ar.
O ar, carregado, sutil,
Um dia de maio ou abril.
Sem qualquer amigo do lado,
Sozinho em silêncio calado.
Com uma pergunta na alma:
Por que nesta tarde tão calma
O tempo parece calado?”

Esta é a introdução da música do Raul Seixas “As Profecias”. É uma música excelente, mas para mim, essa introdução é a melhor parte.

Eu gosto da música o ano todo, mas especialmente em maio e abril. É outono, de dias sem graça, de chuva cair na vidraça. Ou pelo menos deveria ser…

Esse calor de verão torna tudo estranho e preguiçoso. E a chuva, não apenas cai na vidraça, mas arranca telhados de aeroportos. “Está em qualquer profecia, que o mundo se acaba um dia”.

Está, até mesmo, na profecia da ciência. O que vier primeiro, guerra atômica, calor crescente, imoralidade e guerra.

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Respondendo Águas de Março

Há algum tempo atrás tive a idéia louca de aprender a letra da música “Águas de Março” e usar trechos dela para responder as perguntas feitas para mim. Aqui a letra.

E vamos a exemplos:

Tá doendo?
É o pé.

Pesquisou sobre minha cirurgia?
É promessa de vida no teu coração.

Que luz é essa?
É a luz da manhã.

Como vai a vida?
É um regato, é uma fonte.

E o trabalho?
É o fim do caminho.

Tá ouvindo o barulho lá fora?
É um sapo, é uma rã.

Aquele plano está dando certo?
É um passo.

Como é aquela cidade?
É um belo horizonte.

Bom, vocês entenderam. As possibilidades são infinitas. Clique na letra, e pensem em mais perguntas e respostas. Vamos responder “Águas de Março”.

Fight for your right to party

A primeira vez em que vi o clipe do Beastie Boys, Fight for your right, eu tive uma revelação…

No mundo em que a tecnologia serve ao trabalho cada vez mais escravo, você tem que lutar pelo seu direito de se divertir…

A cara dos caras

Na minha opinião, uma das coisas mais extraordinárias desse mundo é poder ver a cara das pessoas que produzem ciência, filosofia, literatura, música e assim por diante. Eu ainda tenho um quê de cientista louco e fico tentando relacionar a fuça do camarada à obra dele. Como se cada ruga fosse relacionada a um momento triste de um personagem, e uma risadinha de malandro explicasse aquele conceito filosófico que ninguém compreende…

Não é assim que funciona…

Pare um pouco, vá até o espelho e preste bastante atenção aos seus traços. Se você fosse um cientista louco, que tipo de obra atribuiria ao seu olhar?

Show do Chico Buarque – o relato

O Chico Buarque cantou ao vivo. E eu estava lá. Foi absolutamente fantástico. Antes de começar um curto relato do que houve, preciso comentar algumas curiosidades e alguns problemas.

Problemas

Eu me perdi para chegar lá. Fiz um mapa todo certinho, com a ajuda do meu amigão google earth. Quando eu percebi que eu havia passado a ponte (que eu pensava ser a última) eu fiquei realmente preocupado. A última coisa que eu queria era perder o show por ter errado o caminho. Mais a frente, ainda bem, uma outra ponte escalou o Rio Pinheiros e me colocou no lado certo do mundo. Aproveitei e aprendi onde é o Credicard Hall.

O show foi no Tom Brasil e não se pode reclamar do som de lá. Não senti nenhum problema. A música chegou clara e em volume ideal durante todo o tempo. No entanto, fizeram uma distribução ridícula de lugares. Eram mesas, cada uma de oito cadeiras, quatro de um lado e quatro de outro. Outras mesas cercavam a sua por todos os lados, com as cadeiras tão apertadas que era impossível se mover. Muito apertado, muito ruim. As mesas, para atrapalhar mais ainda, ficavam de tal maneira posicionadas, que ficávamos sentados de lado para o palco. Haja torcicolo.

Curiosidades

Mais cedo, no próprio dia do show, eu fiz uma meia mudança. Leia no post anterior. Cheguei ao show cansado e mansinho. Assim é mais fácil curtir.

Assim que entrei no salão do show, uma caloura minha de Florianópolis apareceu. Ela estava trabalhando lá. Rimos muito. Que coincidência absurda. Ela me mostrou onde sentar e nunca mais a encontrei.

Chico praticamente não interage com o público. Mas sorri sempre, parece estar curtindo a cantoria.

O show

Eu estava muito empolgado, e a Bruna também. Aliás, todos estávamos. O cenário era muito simples, mas muito bonito. A beleza ficava por conta da iluminação impecável. Antes de o Chico entrar, havia um grande “biombo” no meio do palco. Todos esperávamos que ele aparecesse das laterais. Quando disseram o nome dele, mudaram a iluminação e a silhueta dele apareceu atrás do “biombo”, que foi levantado até revelar o cantor.

A primeira música que ele cantou não é dele, na verdade. Mas sim do Lamartine Babo. Chama-se “Voltei a cantar”. A letra:

Voltei a cantar

Porque senti saudade

Do tempo em que eu andava na cidade

Com sustenidos e bemóis

Desenhados na minha voz

E a saudade rola, rola

Como um disco de vitrola

Começo a recordar

Cantando em tom maior

E acabo no tom menor

Ó, meu samba, velho amigo

Novamente estou contigo

Tua vida me transtorna

Bom filho à casa torna

De ti nunca me esqueci

Voltei a cantar

Foi alucinante quando ele terminou dizendo “Voltei a cantar”. A galera foi ao delírio e o Chico começou a apresentar o “Carioca”. Ele tocou o disco inteiro, intercalando algumas músicas antigas. “Carioca” não é o álbum mais bem feito dele; de algumas músicas eu chego a não gostar. Outras, porém, são muito bonitas. A alegria geral ficou mesmo por conta dos clássicos. Fiz um Top 6 das músicas que mais curti ouvir:

6. Ela faz cinema

5. Futuros amantes

4. Quem te viu, quem te vê

3. João e Maria

2. Mil perdões

1. Eu te amo

Da lista acima, apenas “Ela faz cinema” é do álbum “Carioca”. Além dessas, é preciso fazer uma menção honrosa a “Mambembe” e a “Ode aos Ratos” (do “Carioca”).

O show foi fantástico. O Chico canta muito bem ao vivo. Os músicos que estavam com ele são excelentes. Foi perfeito e emocionante. É bom demais ver show de quem se curte. Valeu a pena a espera, valeu a pena o preço, valeu a pena tudo. Sem dúvida, foi o show que mais curti em toda a vida, seguido de perto por Metallica e Lenine.

Foi uma delícia curtir o show com a Bruna. Eu e ela nos divertimos muito. E emendamos um fim de semana alucinante.

Vários curtas e um longa

O show do Chico

As críticas ao show estão boas. Li uma notícia agora, que não me agradou muito. Poucos sambas e poucas músicas “clássicas”. Uma pena, por mim ele só cantaria as clássicas. Não ouvi “Carioca” tantas vezes quanto eu gostaria. O CD não é ruim, e mantém um certo estilo Chico. Nesse CD são os homens os pisados e não as mulheres. Poucas músicas rápidas, a maioria são lentas. Letras bonitas. Queria que ele cantasse “Construção” e “Eu te amo”, mas não vai rolar… Faltam 4 dias e estou delirando de empolgação.

“Como fazer um filme de amor”

Vi o filme no final de semana. Fraco. Não precisam ver não.

Gyosa

Ontem fui à Liberdade reencontrar o Gyosa (Guiosa, Giosa, Gioza, como preferir). Estava muito bom, mas a primeira vez a gente nunca esquece.

MP3 Player

Saindo da Liberdade fui ao Stand Center, na Paulista, procurar por um MP3 Player. Tem um baratex lá. Quem não me deu presente de aniversário pode conversar comigo sobre como adquirir um aparelhinho desses para mim. Cinco horas diárias de ônibus podem até se tornar fáceis com a música certa.

Crash

Ainda não viu Crash? És um iNdiota.

Bruna

Sacam amor? Então!

Novas pesquisas que conduzem ao blog

Há um tempo atrás eu mudei o nome do blog e ele saiu do mapa dos sites de busca. Agora ele está voltando aos poucos, e as frases engraçadas estão novamente pipocando. Lá vai a grande campeã da semana: “fto de home fazendo sxo com cadla”. Uma beleza! Infelizmente para quem procura, nunca escrevi sobre isso…

Um pequeno erro

Hoje, eu atendia o guri com necessidades especiais e o personagem do desenho animado que víamos disse que se chamava “Diego, o explorador de animais”. Que trash! O garoto salva os animais, não os explora. Ô, pessoal, prestem atenção, são crianças que assistem a parada.

Feriadaço

Na USP, é semana da pátria. Não tenho aulas. E no fim de semana um grande amigo de Floripa vai dar as caras por Guarulhos. É bereja, meu filho, é bereja.

Porto Alegre?

Amigos de PoA, vocês lêem isso aqui? Tudo indica que passarei por aí no fimdano!

Trabalhadores do Mar

Livro muito bom! Um pouco chato nas descrições de paisagens marítimas, mas muito bom. Eu gostei do estilo do autor, do modo como apresenta todas as coisas antes de lhes dar voz. O livro é uma batalha entre Gilliatt e o mundo. Gilliatt vence o mundo.

On the road

Já comecei a ler “On the road”, traduzido como “Pé na Estrada”. Dizem que o livro é um dos precursores das histórias de viagem. Parece-me que a famosa routh 66 é famosa por causa do livro. Muito misticismo em torno da obra. Cá estou eu nela. Está muito legal até agora.