Begood

Acho que já falei do(a) Begood aqui. É uma pessoa que comenta idiotices no meu blog. Eu tomo a liberdade de falar besteiras quando falo do Begood, pois ele não merece boas palavras. Ele, ou ela, tem algo contra mim, mas não faço idéia do que possa ser.

Eu faço questão de editar cada comentário, tornando-os mais compatíveis com o que uma pessoa como essa merece. Então, se querem ver algum comentário antes da alteração, vocês precisam ser rápidos, pois momentos depois eles estarão transformados em tiros no próprio pé.

Eu poderia apagá-los, como fiz com muitos. Mas não seria muito legal.

Vamos todos aplaudir o(a) Begood, toda vez que houver comentários. Vai ser ótimo para a auto-estima dele(a).

O que me deixa chateado é a possibilidade de ser algum amigo meu fazendo graça.

Como nos velhos tempos

Ontem tive uma noite como nos velhos tempos. Ou quase. Saí com uma amiga e a turma dela, que eu nem conhecia.

Peguei meu carro (que não é meu) e dirigi pela Faccini, Dutra, Marginal, Sumaré, Inácio e quase entrei no clássico dos clássicos “Morrison rock bar”, local onde ocorreu minha primeira balada de fato, há uns 8 ou mais anos atrás. Mas não fui ao Morrison, local ao qual fui muitas e muitas vezes durante minha vida (e acaba de começar a tocar “The Crystal Ship” do Doors aqui… winamp no “shuffle”). Não, desviei-me pela Mourato e vaguei pela Vila Madalena.

(Antes, a Vila Madalena era o ponto dos pontos de festas da cidade. Lá reunia-se todo tipo de gente. Agora, os frescos vão para Itaim, Moema e afins, e os sussas vão para a Vl. Madalena)

Há um sortimento enorme de bares, e preços, para ir. Fui ao Empanadas, um local do qual meu camarada Tsu sempre fala. As cervejas comuns estavam dez centavos mais baratas do que as que são normalmente caríssimas. Mas por uma tosquice, as pessoas estavam pedindo as comuns… Ler o cardápio mata, né? A empanada é realmente muito boa. Comi uma de carne seca, que estava boa demais.

Papo vai, papo vem, com uma galera que eu nem conhecia. Nessas horas é que se percebe o enorme potencial de uma mesa de bar para gerar conversas animadas. Você não precisa realmente conhecer a pessoa, basta estar disposto a falar alguma coisa e rir bastante. A cerveja ajuda, e está garantida a festa. Assim fomos, até que o bar fechou, já pelas 2h da manhã. Direito a duas saideiras na faixa, e rua.

Na Vl. Madalena não deixam você na mão. Andamos por algumas ruas, toca pela Fradique, entra novamente na Inácio, depois na Simão (acho que era simão), e lá está, com as portas arreganhadas, um boteco copo sujo, dos mais copos sujos. Mais conversa, mais risadas. A mesa fora do bar bebia todo o frio da alta madrugada. Nada importa quando se está empolgado.

Opa, todo mundo meio bêbado. Cada um mora em um canto diferente. Hora de ir. Você não tem idéia do tamanho de sampa. Ninguém tem. Sempre há locais mais distantes do que você imagina. Paga a conta. Beijo de despedida.

Teodoro, Sumaré, Marginal, Dutra, Faccini, lar doce lar. Sol nascendo, curtição no meio da semana, como a vida deve ser.