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Assistir a Cloverfield foi espantoso!
Para mim, o filme é perfeito, nada a mudar.
Eu gosto de filmes que mostram as personagens principais como aquilo que as pessoas realmente são: pessoas. É claro que vez por outra eu curto um filme mais estilo Rambo, etc. A minha preferência, porém, é quando as pessoas são pessoas. O bacana de Cloverfield é que ele consegue ser um filme de eventos inimaginavelmente incomuns que ocorrem com gente comum. Não pode haver melhor.
Outros filmes nesse estilo é, claro, “Bruxa de Blair”, “Guerra dos Mundos” e “Filhos da Esperança”. Todos esses são do estilo eventos incríveis / pessoas comuns. Deles, o meu preferido é “Filhos da Esperança”: aquelas cenas sem corte são geniais e me impressionaram pela beleza e pela destreza com que foram realizadas.
A história de Cloverfield vocês já conhecem. Um grupo de jovens está em uma festa quando explosões começam a acontecer, prédios começam a cair e o desespero toma conta dos moradores da cidade Manhatam. Todos esses acontecimentos chegam até nós por meio de uma câmera amadora, pilotada por um dos personagens do filme.
A partir da primeira explosão, começa a jornada dos protagonistas para resgatarem uma amiga e tentarem se manter vivos. Enquanto caminham por Manhatam, encontram-se algumas vezes com o responsável por todo aquele terror, um monstro gigantesco. Ao mesmo tempo, têm que conviver com o exército, que incansavelmente ataca o monstro.
O filme é lindo, o modo como as coisas vão ocorrendo… O tamanho do homem diante do terror do desconhecido.
No more. Vão ver!
Chove em Guarulhos/SP. Ontem choveu. E anteontem.
“Ótimo”, pensei, “não haverá escassez de energia”.
A minha delicada região, porém, uma área próxima do centro da cidade, está sofrendo apagões constantes, devido à intensidade da CHUVA.
Isso está ocorrendo em outros locais?
Pelo visto, chover também não adianta.
Decidi voltar a escrever no blog.
Em breve, e apenas se algumas coisas derem certo, devo me mudar para Curitiba e ficar sem internet. Talvez fique difícil postar freqüentemente.
Mas estou de volta.
Talvez meus textos mudem um pouco de foco. Depois de tanto tempo longe, eu percebi que gosto mesmo é de escrever livremente. Acho que fiquei um pouco preso aqui, por muitos motivos…
Continuo escrevendo sobre análise do comportamento no IACC e na coluna de análise do comportamento do O Pensador Selvagem.
Ao que tudo indica, o democrata Obama e o republicano Huckabee vão disputar a presidência dos EUA. Eu acho isso uma pena. Eu gostaria que disputassem o Obama e a Clinton. Não só por que ambos são democratas, mas porque um é negro e outra é mulher. Seriam bons ventos para terminar com o conservadorismo tosco dos americanos que, entre outras coisas, promove o ensino do criacionismo na escola (não sei a opinião de Clinton e Obama sobre isso, mas a idéia continua valendo).
De qualquer modo, é preciso enxergar com bons olhos o fato de Obama e Clinton estarem fazendo tanto sucesso. É a evolução?
Olá.
Apesar da minha gritante ausência nesse blog, tem um texto meu fresquinho publicado no OPS. Vejam lá “A Falsa Dificuldade“.
Meu sumiço deste espaço se deve a momentos emocionantes da minha dissertação: estou coletando dados e começando a arranhar os Resultados. Medo!
Hoje, depois de muitos meses, voltei a entrar na comunidade de Psicologia do orkut. Na minha opinião, é doloroso. Dói ver tantos psicólogos com opinião.
Opinião a gente tem sobre o clima: vai chover ou não?
Não. Ter opinião é o problema dos psicólogos. Todos têm uma.
Eu tenho uma. E me recrimino por isso.
Eu queria não ter opinião.
Queria ser feito de fatos.







